Apertando os parafusos
Débora Rubin e Geovana Pagel
ANBA
[07/01/2008]
São Paulo - Pequena fabricante, com 25 funcionários, a Simper Parafusos, atendia desde sua fundação, em 1979, a mineradoras, siderúrgicas e fabricantes de cimento da região onde está instalada, em Contagem, Minas Gerais,. Tudo transcorria bem, sem maiores novidades, até que um de seus maiores clientes fez o convite para que a Simper buscasse capacitação para atender o mercado de petróleo e gás.
"Participamos de um projeto de capacitação e treinamento. Depois de quase um ano de preparação é que mudamos nosso foco e nos cadastramos na Rede Petro Minas", conta Márcio Kac, diretor geral da empresa.
"Houve uma mudança de cultura muito grande. Percebemos a necessidade de certificação, de promover melhorias no produto", conta. O treinamento incluía também a parte administrativa e financeira. "Conseguimos reformular várias estratégias de trabalho e conquistar novos clientes", diz.
O resultado disso tudo foi um aumento de 40% no faturamento da empresa em relação ao ano de 2004, mesmo mantendo inalterada a produção de 30 toneladas mês de parafusos. "A cadeia de petróleo e gás, por ser bem mais exigente, necessita de mais investimentos e capacitação. Mas o retorno financeiro também é maior", garante.