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Os grupos de moda

Cláudia Abreu e Débora Rubin

BRASILEIROS

[22/10/2007]

São Paulo – Nos bastidores, fora das passarelas, a tendência mundial dos grandes conglomerados de moda é que dá o tom. Na Europa, a história começou a alguns anos atrás com dois grandes grupos comprando todas as marcas de luxo importantes. LVMH, Moët Hennessy Louis Vuitton e PPR, Pinault Printemps Redoute, foram às compras. Encheram as sacolas com Fendi, Marc Jacobs, Kenzo, Donna Karan, Gucci, Balenciaga, Stella McCartney etc. Capitalizaram as empresas, contrataram novos designers para assinar as coleções. Para uns, o luxo se estilhaçava, para outros, foi a forma de garantir a sobrevivência.

No Brasil, um dos primeiros passos nessa direção foi dado pela Zoomp em 2006. A grife, símbolo do jeans nas décadas de 80 e 90, foi vendida para o grupo HLDC. Outra fusão anunciada no ano passado foi a da Rosa Chá com a Marisol. A fábrica do Bom Retiro foi fechada e a toda produção – 250 mil peças por ano – foi transferida para Sul do país. Amir Slama ficou com 25 por cento da empresa, com a parte de criação, empregando 60 pessoas num bureau em São Paulo. Segundo Slama, com o novo modelo, espera-se aumentar o número de franquias da marca. Hoje são 18 no Brasil e três no exterior. Até fevereiro de 2008, o estilista espera abrir a primeira loja em Nova York.


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